PROPOSTA

ACESSIBILIDADE PcD

A acessibilidade está dentro da Inclusão.  Não adianta termos postos de saúde, mas o médico e outros profissionais não terem a paciência, ou a boa vontade de entender o paciente que tem dificuldade na fala e simplesmente não atender porque a pessoa não está acompanhada, não adianta ter lugares nos coletivos se os cobradores e motoristas não entendem que transportam pessoas com deficiência, ou seja, são rudes a pessoa com deficiência que demoram para pegar o troco, ou motoristas que não aguardam a pessoa com deficiência descer e subir no coletivo. Proposta poderia ser o aperfeiçoamento no atendimento para a Pessoa com Deficiência, a fim que a mesma seja atendida sem a  necessidade ou a interferência de terceira pessoa, pois há necessidade de o poder púbico veja a pessoa com deficiência com singularidade e como cidadã.

Creio que hoje há um incentivo (mesmo sem perceber) ao contrário à inclusão da Pessoa com Deficiência ao mercado de trabalho. Vez que quando a pessoa receber o BPC, possivelmente será beneficiada com o passe livre municipal. E sabendo que nos dias atuais quando a pessoa com deficiência que consegue ser incluso no mercado de trabalho continuam possuindo uma baixa renda, porém pela renda já perdem o direito do passe livre e outros benefícios possíveis. Salientando que quando a pessoa com deficiência está no mercado de trabalho o gasto é bem maior, sendo assim sua renda continua mínima, mas sem nenhum benefício.

Na gestão do Gustavo Fruit, de maneira inconsequente, criaram o “sinaleiro respeito” que passando nos semáforos o cartão do idoso e da pessoa com deficiência, o semáforo fica mais tempo fechado, fornecendo mais tempo para pessoa idosa e com deficiência ter mais tempo para atravessar. Pelas redes sociais questionei que só a pessoa com deficiência que era baixa renda poderia atravessar com mais segurança. A Primeira Dama Municipal a época, pelas redes sociais veio me distratar que “eles não podem pensar em tudo” Questionei que muito me espantava pois nas reportagens desse programa apareceu a Secretária da Pessoa com Deficiência, como uma secretária e seu subordinados também com deficiência poderiam ter um cartão que necessita comprovar renda per-capta de até 03 salários mínimos.

– Propostas

1. Isenção de tarifária do transporte público à pessoadeficiência no município de Curitiba, e a pessoa com deficiência ou com doença crônica, que faz tratamento continuado no Município de Curitiba.

ou

2. A isenção de 100% da tarifa do transporte público à pessoa com deficiência e pessoas com doenças crônicas do município de Curitiba para pessoas que tem doença crônica que comprovem uma renda de até03 salários mínimos, e de 50% que tem a renda familiar superior a aquela.

A lei hoje é a isenção de 100% da tarifa do transporte público à pessoa com deficiência e pessoas com doenças crônicas do município de Curitiba para pessoas que tem doença crônica que comprovem uma renda de até 03 salários mínimos. Porém a pessoa com deficiência ou que possui que usam muletas, bengalas ou cadeiras de rodas não precisam apresentar o cartão de isenção para embarcar nos coletivos, vez que entram no coletivo por parte de traz e não giram a catraca, o mesmo acontece nos tubos. Diante a esse fato, é possível dizermos que a cidade de Curitiba tem essa diferenciação entre as pessoas com deficiência, vez que umas tem que comprovar à renda e outras não, e há inúmeras pessoas que não faz uso de bengala, cadeiras de rodas, porém não mesmo com dificuldades de ser inclusa na vida diária da cidade. Sendo totalmente inconstitucional a lei vigente hoje na Cidade, vez que discrimina e revitimiza a Pessoa com Deficiência.

3. A pRP

3. Ser direito da mãe, cuidador ou responsável pela pessoa com deficiência, pessoa idosa ou patologia crônica de poder marcar no mesmo momento em que está no Posto de Saúde, duas consultas, a sua e da pessoa com deficiência ou patologia crônica.

A lei hoje: É que nos postos de saúde, o cidadão pode somente marcar a consulta para uma única pessoa. Sendo assim, a mãe, ou responsável da pessoa com deficiência, da pessoa idosa ou da pessoa com patologia crônica precisará enfrentar dois dias a fila de madrugada nos postos de saúde. Um para marcar ao seu filho, e se a mesma também necessitar de consulta, precisa ir no outro dia enfrentar novamente a fila.

4. A Proposta da acessibilidade nas vias pública e terminais, especialmente, nas grandes empresas, que contratam PcD, pois é importante, a autonomia dessas pessoas, pois um dia, poderão ficar sem seus pais, e necessariamente precisam dessa autonomia, inclusive para evitar a violência doméstica, em especial, patrimonial.

5. Um lei que as instituições bancárias tenham uma ante sala antes da porta giratória a fim que o cliente, principalmente, Pcd e Idoso, tenha como manusear sua bolsa, sua carteira com segurança.

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